Agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) e da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN) prenderam às primeiras horas desta terça-feira (8) o traficante Rafael Rocha de Brito, 22 anos, o “Rafinha”, acusado de comandar o assassinato do policial civil Geraldo de Moura Sá, 38, que era lotado na DRN.
A prisão aconteceu no Povoado Limoeiro, no município de Pão de Açúcar, no Sertão de Alagoas, já próximo à divisa com o Estado de Sergipe. Com o traficante, foram apreendidos um revólver calibre 38, e certa quantidade de droga (crack). A operação que resultou na captura do criminoso mobilizou cerca de 20 policiais e cinco viaturas.
“Rafinha” está sendo trazido para Maceió e ainda nesta terça-feira será apresentado à imprensa, em local e horário ainda a serem definidos.
O agente Geraldo de Moura Sá foi morto a tiros e facadas, na Grota do Rafael, no domingo (06), quando estava em companhia de amigos e parentes em um bar. O delegado da DRN, Ronilson Medeiros, informou que o policial realizava trabalho de investigação na grota quando foi reconhecido pelo traficante e executado. Outros traficantes do grupo de “Rafinha” também teriam participado do crime.
http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=76862
Acusado de matar policial é preso em Pão de Açúcar
'Rafinha' foi encontrado com drogas e arma no povoado de Limoeiro
O acusado de ter comandado o assassinato do policial civil Geraldo de Moura Sá, lotado na Delegacia de repressão ao Narcotráfico (DRN),Rafael Rocha Brito, de 22 anos, conhecido como ‘Rafinha’, foi preso por policiais da Delegacia Especial e Investigação e Capturas (Deic) e da DRN, no povoado de Limoeiro, município de Pão de Açúcar. De acordo com o delegado Paulo Cerqueira, os policiais montaram campana na cidade desde a tarde desta segunda-feira (07). O acusado estava em uma chácara pertencente a um amigo e confessou a execução.
Operação
Em entrevista coletiva, o delegado Paulo Cerqueira afirmou que algumas pessoas, após a a repercussão do crime e do anúncio do nome do acusado, ligaram para a Deic informando de que "Rafinha" estaria em Pão de Açúcar, lugar onde atualmente moram os seus pais.
"Então mobilizamos o pessoal e partimos para lá ontem à tarde. Ele estava em uma chácara e os nossos policiais observavam toda a movimentação. Como estavam de roupas escuras, à noite não dava para perceber a presença da equipe direito. Foi quando houve a abordagem e o dono da chácara já saiu dizendo 'já sei, vocês estão procurando o Rafinha que matou o policial. Ele está aqui'. O Rafael se escondeu e não quis abrir a porta e tivemos de arrombar"- relata Cerqueira.
No caminho, assegura o delegado, Rafael confessou o crime e disse que agiu com a ajuda de dois comparsas, identificados como "Buda" e "Peu". A informação é de que Geraldo Moura foi executado com a sua própria arma, tomada pelo acusado após desferir golpes de faca contra o policial.
O delegado da Deic disse não poder assegurar se o policial estava em serviço. "Mas, o que nos disseram foi que ele estava infiltrado no local, participando de um jogo de sinuca, provavelmente para colher alguma informação e fazer levantamento sobre o tráfico de drogas no local"- afirma.
Conforme Cerqueira, a polícia já tem nomes das pessoas que passaram a informação para "Rafinha" de que Geraldo era policial e estava na grota a trabalho. O agente estaria em companhia de um sobrinho, que também é apontado como problemático.
O policial Geraldo de Moura foi assassinado a tiros e facadas na tarde desse domingo (06), enquanto jogava sinuca com amigos na Grota do Rafael, bairro do Jacintinho. O acusado de ter praticado o crime é um conhecido traficante da região identificado como ‘Rafinha’ que, na sexta-feria (04), após incursão do Batalhão de Polícia de Eventos (BPE) na Grota, jogou uma pistola e empreendeu fuga. Apesar de negar ter abandonado a arma naquele dia, populares reafirmaram o ocorrido.
Indagado pela imprensa, Rafael se limitou a dizer que a arma usada no crime de Geraldo era dele e que só falava em juízo. Mas, informou que está em liberdade há um mês e dezessete dias, quando saiu do presídio Cirydião Durval e Lins.
http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=191126
Polícia caça outros dois envolvidos na morte de policial
"Peu" e "Buda" seriam traficantes e ajudaram na execução do agente da DRN
O delegado Paulo Cerqueira, da Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic), revelou, na manhã de hoje, que a polícia já pediu a prisão preventiva de outros dois acusados de assassinar o policial civil Geraldo de Moura Sá, crime ocorrido no último domingo, numa grota no bairro do Jacintinho. "Peu" e "Buda" seriam traficantes da região e ajudaram Rafael Rocha de Brito a executar o agente a tiros e facadas.
Na madrugada de hoje, Rafael de Brito, o "Rafinha", foi preso numa chácara, localizada no povoado Limoeiro, no município de Pão de Açúcar. Com ele, os policiais apreenderam R$ 484, 150 gramas de crack, além de um revólver calibre 38 e cinco munições, duas delas deflagradas. "Essa foi a arma que matou o policial com um tiro na nuca", frisou o delegado.
Paulo Cerqueira disse ainda que Rafinha já confessou ter matado o policial Geraldo Sá porque ele estava fazendo um levantamento do tráfico de drogas na grota do Rafael. "Vamos agora ouvi-lo e indiciá-lo pelos crimes de tráfico e posse ilegal de arma. Mas ele também vai responder a processo pela morte do agente", explicou.
Rafinha disse que somente vai falar sobre o crime na Justiça. Mas admitiu que deixou o presídio Cyridião Durval há pouco mais de um mês. Ele estava preso por porte ilegal de arma.
FALA LAND
Espero que o sangue do meu tio não tenha sido derramado desnecessariamente, que isso sirva de lição tanto para a sociedade quanto para o poder público.
A sociedade acoberta esse tipo de crime temendo pela própria vida, a polícia fica de mãos atadas enquanto bandidos como esse Rafinha ficam impunes por seus crimes.
Gostaria que o governador do estado enxergasse além dos muros de sua segura moradia o que aconteceu, saia de seu gabinete e pare de dizer que “NUNCA SE FEZ TANTO POR ALAGOAS”, quantos mais terão que morrer para que algo seja feito?
A criminalidade toma conta do estado, as pessoas vivem aterrorizadas com medo de sair as ruas sem saber ao certo se conseguirão voltar para suas residências, a educação vive momentos de sufoco, a segurança pública está longe de ser padrão em qualidade, Maceió vive clima de tensão.
Conversando ontem com amigos de profissão de meu tio pude ver de perto como está entregue a segurança pública de nosso estado, o quanto homens e mulheres arriscam a suas vidas por um sistema defasado sem muito que fazer, enquanto bandidos tem armamento de ponta um policial para portar uma pistola tem de desembolsar quase dois meses de salário para defender a sociedade e a si mesmo.
Fica aqui um alerta a sociedade não se cale defronte as dificuldades, lutem pela sua liberdade. Quero parabenizar a inteligência da polícia e a quem denunciou esse assassino, que outras pessoas se espelhem nesse ato e continuem denunciando para que bandidos como Rafinha sejam presos e julgados por seus crimes.
Honestamente, “NUNCA SE MATOU TANTO EM ALAGOAS”





